FitoAlquimia: jornada de amor e autoconhecimento


Minha história com a alquimia natural começa com a maternidade.

Foi a maternidade que me fez querer o melhor para meus filhos – e filhos melhores para o mundo. A alimentação mudou, os passeios, as brincadeiras, as fraldas, a cidade, tudo numa busca gradual por estar mais conectado com a natureza.

Com o nascimento da minha primeira filha, Clara, eu revi muitas coisas e outras tantas simplesmente deixaram de ter sentido nos meus dias. Entre elas, aquilo que comemos. Alimentos em caixinhas e ultraprocessados foram substituídos, já que eu não queria intoxicar minha filha bebê com comidas que não fossem as mais limpas possíveis para nutri-la de verdade.

A maternidade também me fez refletir sobre o que geramos de resíduo para as próximas gerações e, com isso, a repensar a nossa relação com o lixo. Quando me dei conta disso, levando em conta as opções que eu tinha, passei a ser adepta das fraldas ecológicas.

Também comecei a ansiar por mais tempo junto à natureza. Justo eu, que até então era absolutamente apaixonada pela correria do maior centro urbano nacional, onde eu vivia. E nessa busca por mais contato com a natureza, me mudei para o interior, trocando a correria das reuniões pela fluidez das aquarelas.

Em meio a tantas mudanças, acabei perdida de mim mesma e buscando um propósito. Foi atravessando esse momento, em meio a isso tudo, que a vida me levou para os óleos essenciais.

Assim que tive acesso a essas dádivas aromáticas, comecei a enxergar o que antes eu não percebia. E a saúde e bem-estar físico, emocional e vibracional da minha família mudou de patamar.

Uma das primeiras coisas que me dei conta, por exemplo, foi o tanto de potenciais produtos alérgenos e cancerígenos que eu estava expondo a pele (nosso maior órgão) desde tão cedo, ao usar produtos cheios de ingredientes químicos sintéticos.

Esse despertar em relação à forma com que nos cuidamos foi crescendo à medida que eu estudava mais e mais a aromaterapia.

Tendo contato intensiva e diariamente com os aromas na prática, a cada dia ia percebendo que não precisava daquela enxurrada de produtos aromáticos sintéticos, causadores de problemas hormonais, no meu dia a dia. E adotei sabonetes, pastas de dentes, produtos de limpeza, cosméticos faciais, pomadas naturais. Tudo passou a ser natural.

Ter acesso a essas dádivas aromáticas foi me mostrando um caminho e, quando percebi, já havia me tornado aromaterapeuta e perfumista. E não só tinha impactado a minha casa, mas levado essa conscientização a mais de três mil famílias.

As dádivas aromáticas me levaram à fitoalquimia, que me mostrou que só a natureza tem as respostas. Só nela encontramos a paz, o melhor, o que merecemos. Por isso, a natureza precisa ser preservada. Ela nos dá tudo! Nós dá o melhor!

A fitoalquimia também me proporcionou um resgate lindo e mágico com a minha ancestralidade: a arte de fazer sabonetes. Um dos meus sobrenomes, SEIFFERT, significa “aquele que faz sabonetes” em alemão.

Agora, eu honro a minha ancestralidade com os produtos de perfumaria e saboaria que ofereço para vocês na Seiffert | Alquimia Botânica. Tudo 100% natural, com extratos colhidos e elaborados manualmente, um a um, por mim. Sem utilização de produtos de origem animal e nem sintéticos.

A Seiffert | FitoAlquimia é um retorno aos ateliês boticas, uma reconexão com uma sabedoria ancestral, uma forma de fazer arte e, acima de tudo, uma escolha diária por oferecer o melhor aos meus filhos e a vocês e estar mais em harmonia com o planeta.

4 respostas a “FitoAlquimia: jornada de amor e autoconhecimento”

  1. Avatar de Marisa Buchi
    Marisa Buchi

    Parabéns, que tenha mais um sucesso!!!

    1. Avatar de Marília Seiffert
      Marília Seiffert

      Muito obrigada pelo apoio e carinho, Marisa!

  2. Avatar de Rosângela Assunção
    Rosângela Assunção

    Uma história linda de resignificação e amor!

    Desejamos sucesso nesse novo ciclo, e que você preencha todos os desejos do seu coração!

    Um beijo

    1. Avatar de Marília Seiffert
      Marília Seiffert

      Rosângela, muito obrigada!

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